STI & HIV WORLD CONGRESS 2017

A OSCIP PRIMA – Mata Atlântica e Sustentabilidade certifica que o STI & HIV WORLD CONGRESS 2017 neutralizou as emissões de GEE – Gases do Efeito Estufa, com objetivo de mitigar as consequências do aquecimento global colaborando na construção de uma ‘sociedade de baixo carbono’ por meio do plantio de mudas nativas da Mata Atlântica na área do Campus Pinheiral do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro .

A preocupação com o Meio Ambiente deve fazer parte de todas as nossas as ações. Inclusive na realização de eventos.

Considerando os danos provocados pelas mudanças climáticas no planeta, o STI & HIV World Congress assumiu o compromisso de compensar as emissões de Gases do Efeito Estufa da sua produção.

A coordenação do congresso em parceria com o Instituto PRIMA, empregou metodologias definidas por organizações regulamentadoras nacionais e internacionais. São elas: ABNT NBR ISO 14.064, GHG Protocol e IPCC Guidelines.

Foram calculados as distâncias das viagens de todos os participantes, os deslocamentos locais, os períodos de hospedagem, a previsão do consumo de energia elétrica e a geração de resíduos orgânicos.

Para a efetiva compensação ambiental foram plantadas 625 árvores da Mata Atlântica em área pública do Instituto Federal do Rio de Janeiro – Campus Pinheiral.

Alguns benefícios diretos com essa iniciativa se referem à formação de florestas, estruturação do solo, recuperação de área degradada, recomposição da biodiversidade e regularização do ciclo da água.

O STI & HIV World Congress – nesse momento – recebe a certificação PRIMA CARBONO ZERO parabenizando todos os participantes por colaborarem na construção de uma sociedade de baixo carbono.

 

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